Visitar a Serra da Estrela: roteiro pelo seu parque natural

Considerado um dos “passeios” imperdíveis desde os tempos dos meus avós, para a maioria dos portugueses, a Serra da Estrela não é nenhuma novidade. Mas será que já a viu “com olhos de ver” e lhe deu o devido valor?

Inserida no Parque Natural da Serra da Estrela, a maior área nacional protegida, é a montanha mais alta de Portugal continental com 1993metros de altitude, localizada na região centro do país.

Desde a paisagem e natureza à sua cultura, ruralidade, gastronomia e tradições, a Serra da Estrela esconde vários encantos e sem dúvida que é uma viagem imperdível em Portugal.

Neste sentido, preparei um roteiro para uma road trip pelo seu parque natural de forma a rentabilizar tempo e… combustível (e consequentemente dinheiro!).

Como visitar a Serra da Estrela

A Serra da Estrela pode ser visitada de várias formas. A mais comum e prática é de carro. Grande parte do seu parque natural encontra-se entre as cidades de Seia e Covilhã e a principal estrada que atravessa a serra é a N339 num percurso de 39km. No entanto, há outros acessos e várias formas de a percorrer e chegar ao seu ponto mais alto, a Torre.

Independentemente da sua localização no país e da direção para chegar à Serra (Seia, Gouveia, Manteigas, Covilhã ou Louriga) deverá ter em atenção que as condições meteorológicas é que poderão ditar qual o percurso a escolher pois poderá haver estradas cortadas (mais frequentemente no inverno).

Há várias placas que indicam as estradas livres/cortadas

No nosso caso, desde Braga, optámos por começar a visita pela vila de Manteigas, contudo, o nevão que nos recebeu levou ao corte de várias estradas e a única forma de chegar ao alojamento em Penhas da Saúde foi através da Covilhã.

Dicas Do Tamanho do Mundo:

– Colocar o percurso no Google Maps pois, normalmente, ele atualiza as estradas cortadas e dá os trajetos possíveis, pode é não atualizar de imediato;

– Consultar o site Meteoestrela (@meteoestrela) com informações atualizadas relativamente ao tempo na Serra da Estrela e os seus acessos/estradas cortadas. Também poderá consultar as suas webcams em tempo real para verificar as condições meteorológicas. Aqui poderá consultar se a Serra da Estrela tem neve, onde e se há probabilidade de nevar.

Se está de visita a Portugal, tem a opção de alugar um carro. Outra forma possível de visitar a Serra da Estrela é através de excursões que pode encontrar no Tripadvisor. No entanto, será impossível realizar este roteiro sem um carro.

Embora a maioria das estradas seja boa, há outras mais rurais e o próprio percurso sinuoso e em curva-contra-curva exige cuidado e atenção redobrados. O parque natural já está preparado para condições meteorológicas mais adversas e há meios de ajuda funcionais.

No primeiro dia da viagem continuava a nevar e começamos a ver que as estradas estavam a ficar cortadas. Então, decidimos que o melhor era ir para o alojamento em Penhas da Saúde e garantir que lá conseguíamos chegar. Como estávamos em Manteigas optámos seguir diretamente para Penhas da Saúde. No entanto, esta estrada que inicialmente não estava cortada acabou por ficar inacessível devido à quantidade de neve e, no meio de carros a tentar inverter a direção, acabámos por ficar bloqueados por carros “enterrados na neve”.

Estávamos no meio da Serra e com rede móvel fraca. No entanto, pouco tempo depois chegou uma equipa de resgate da montanha que rebocou os carros presos na neve e permitiu que conseguíssemos sair. Sinalizaram aquela estrada como fechada e informaram-nos que a maioria das estradas estava cortada e a única forma para conseguirmos chegar a Penhas da Saúde seria através da Covilhã. Por isso, invertemos o sentido e conseguimos chegar ao destino.

Estas equipas de resgate do Posto de Busca e Resgate em Montanha da Serra da Estrela já estão habituadas a este tipo de situação e fazem patrulhas recorrentes pela serra principalmente quando há muita neve.  A neve é muito bonita, mas pode criar algum incómodo e contratempo.

Alojamento na Serra da Estrela

Infelizmente, a Serra da Estrela é mais um dos locais que nos relembra o quanto o alojamento em Portugal é caro. A oferta é grande, mas a procura também ajuda e apela aos preços mais elevados. No geral, e atendendo ao salário mínimo nacional, não podemos dizer que são baratos. Contudo, há opções bem mais acessíveis e boas. No nosso caso, o alojamento escolhido (reservado um pouco em cima da hora e através do Booking) surpreendeu-nos muito pela positiva.

Optámos por ficar alojados na Pousada da Juventude da Serra da Estrela (HI Serra da Estrela), em Penhas da Saúde, a qual aconselhámos muito. Pagámos 50€/noite para dois com pequeno-almoço incluído. Os quartos duplos com casa de banho privativa relembram um pouco os chalés de madeira em banda, são simples, mas com aquecimento e uma vista privilegiada para as montanhas envolventes. O pequeno-almoço foi bom e ainda jantámos a um preço acessível (estávamos em confinamento). A pousada tem espaços de lazer acolhedores, não é nenhum luxo, mas ficámos mesmo contentes pela sua excelente localização e pelo preço.

Vista do quarto da Pousada da Juventude da Serra da Estrela

Mais à frente explico o porquê de achar que a melhor zona para ficar hospedado é em Penhas da Saúde pois esta vila merece uma paragem.

Penhas da Saúde

Deixo aqui outras sugestões de alojamentos que não me importava nada de ficar:

  • Luna Hotel Serra da Estrela – Penhas da Saúde – hotel bem localizado, com spa e preços razoáveis quando reservado com antecedência;
  • Luna Chalés da Montanha Penhas da Saúde – o ponto forte é a experiência em dormir num idílico e confortável chalé da montanha. O preço é que pode já não ser tão bom =/
  • na cidade da Covilhã, há muita oferta de alojamento onde poderá encontrar preços mais acessíveis. O acesso à Serra desde a Covilhã é muito bom e o seu centro dista aproximadamente 20km da Torre. Um dos alojamentos mais bonitos é a Pousada da Serra da Estrela, um antigo sanatório que encanta pela sua arquitetura. Apesar de pertencer à Covilhã, esta pousada localiza-se a caminho da Serra, em pleno parque natural e tem uma vista privilegiada sobre a Cova da Beira;
  • Vila Galé da Serra da Estrela – Manteigas – um bom hotel, numa das encostas da Serra, com um bom spa e vista montanha. Não sendo propriamente barato, pode ser que arranje um preço justo.
  • H2otel Congress & Medical Spa – Unhais da Serra – e por último o hotel mais apetecível com o spa mais maravilhoso, não fossem os seus preços, infelizmente, os mais exorbitantes!

Não sei se foi atípico por estarmos numa pandemia (talvez não), mas muitos dos alojamentos estavam esgotados para as datas da nossa viagem, mesmo sendo em época de confinamento, e os preços da maioria eram um abuso.

Desde hotéis, pousadas, chalés e guest houses, uns em zonas mais altas, outros “aos pés da serra”, não faltam alojamentos confortáveis e tudo depende do seu objetivo. Como quase sempre, reservar com antecedência ajuda a encontrar bons preços e durante o fim-de-semana os preços tendem a ser mais elevados.

Quando visitar a Serra da Estrela

Todo o ano! Já visitei a Serra da Estrela em quase todas as estações e realmente o contacto com a sua natureza é relaxante e bom em qualquer mês. Só me falta aproveitar os seus “refrescos” de verão (praias fluviais e cascatas), mas um dia talvez!

Mas é no inverno que a Serra da Estrela nos proporciona um cenário único em Portugal e se veste de branco. Não é fácil ver paisagens portuguesas pintadas de branco ao ponto de ser um verdadeiro manto. E não há como negar que me encantou vê-la dessa forma.

Em Janeiro de 2021, mês da nossa viagem, já a Serra estava coberta de neve e ainda continuou a nevar. É algo muito incerto, mas a probabilidade de acontecer é maior em Janeiro e Fevereiro. Em Dezembro, por vezes, também neva, mas não o suficiente para ficar coberta de neve.

Dica Do Tamanho do Mundo: no site Meteoestrela (@meteoestrela) poderá consultar se a Serra da Estrela tem neve, onde e se há probabilidade de nevar.

Em outras épocas do ano, este cenário é substituído pelas cores da natureza, destacando-a em paisagens de imensidão igualmente belas e no ar puro da serra.

Roteiro

O percurso planeado para o roteiro tornou-se bastante funcional e poderá ser realizado de forma invertida ou da forma que lhe for mais conveniente. Baseou-se na distância entre os locais, para não andarmos “para a frente e para trás”, que era o que fazia sentido para nós.

Estivemos menos de 3 dias na Serra da Estrela, mas acredito que 2 dias serão suficientes para este percurso ser realizado com calma pois, no nosso caso, o sábado e o domingo foram de confinamento que foi cumprido no quarto do alojamento durante a tarde, por isso, não queríamos desperdiçar tempo. Ainda assim, sem grandes correrias e ao nosso ritmo, realizámos o seguinte percurso de carro:

1. Manteigas

Estrategicamente a primeira paragem foi na vila de Manteigas, mas apenas para um café. Estava a nevar bem e o frio era muito. Acabámos por percorrer algumas das suas encostas da serra, através da estrada N338, mas sem locais específicos até que ficámos bloqueados no alto da montanha, num caminho estreito e mais rural e tivemos que inverter o sentido de marcha.

Se o próximo local for do seu interesse provavelmente vai acabar por passar por esta vila.

2. Poço do Inferno

A cascata de água mais famosa da serra, a 1080metros de altitude. Uma queda de água com 10 metros de altura, isolada no meio da Serra da Estrela, escondida entre vegetação e duas rochas, seguindo o seu percurso pela serra até desaguar no rio Zêzere.

Há um pequeno percurso pedestre para nos aproximarmos da cascata que envolve uma íngreme escadaria. Infelizmente, devido ao tempo de neve, não arriscámos fazê-lo.

3. Covilhã

Já visitei a cidade da Covilhã em outras andanças, mas desta vez acabou por ser inserida no roteiro forçosamente como passagem, por ser o único acesso livre para chegarmos a Penhas da Saúde.

Se tiver tempo, acrescente um dia ao roteiro e não perca a oportunidade de conhecer o centro da cidade histórica da Covilhã com destaque para a arte urbana espalhada pela cidade, a Igreja de Santa Maria Maior e o Miradouro Portas do Sol.

4. Miradouro da Varanda dos Carqueijais

Este miradouro em forma de varanda poderá ser facilmente encontrado à margem da estrada N339, a caminho da serra, entre a Covilhã e Penhas da Saúde.

Uma varanda que une perfeitamente a serra à cidade com uma vista incrível sobre a Cova da Beira e Covilhã. Situada a mais de 1000metros de altitude, num dia de vento parece que levantámos voo =)

Uma ótima paragem para quem vem a subir ou quem desce a Serra em direção à Covilhã. Basta decidir o sentido.

5. Penhas da Saúde

Na minha opinião, Penhas da Saúde é das zonas mais bonitas da Serra da Estrela. Conhecida como a Aldeia da Montanha, tem ganho vários tipos de alojamento e a 1500 metros de altitude a vista para a Serra e sobre as montanhas é soberba, panorâmica e ao mesmo tempo acolhedora (parece mesmo que estamos numa aldeia montanhosa).

Chegámos no final da tarde, mas o tempo escuro fez com que anoitecesse mais rápido. A probabilidade de nevar nesta zona é maior e, já no quarto, ver nevar no silêncio da serra e no aconchego sabe bem. O dia seguinte acordou nublado, mas com melhor visibilidade que nos permitiu ver bem a serra e as montanhas e perceber o quanto esta vila é bonita.

Ao longo da manhã, o tempo foi melhorando e o sol espreitou, perfeito para uma caminhada. Fomos sem rumo e, pelo caminho, encontrámos famílias reunidas em brincadeiras na neve com bonecos de neve, trenós e até mesmo a fazer “sku”. 

Mesmo que não fique aqui alojado, aproveite para parar o carro e caminhar livremente por esta zona.

No verão, poderá usufruir da piscina de água corrente desta vila.

6. Lagoa do Viriato

Cerca de 1km depois, em direção à Torre, encontrámos a bonita Lagoa do Viriato à face da estrada. Facilmente parámos o carro para apreciar a sua beleza e, já num lindo dia ensolarado, o contraste do azul da sua água com o branco da neve não deixou dúvidas do quanto merece uma paragem.

7. Covão d’Ametade

Poderíamos continuar a seguir caminho em direção ao ponto mais alto, mas antes disso, fizemos um pequeno desvio para visitar um dos locais que mais nos suscitava interesse. O Covão d’Ametade é um parque verdejante (mas que conhecemos coberto de neve) que se localiza no início do Vale Glaciar do Zêzere.

Este parque contempla mesas e fornos para picnic e está rodeado de árvores e enormes escarpas por onde nascem as águas do rio Zêzere que começa a ganhar forma e atravessa o parque.

É um bom local para explorar pela cor e sons da natureza e a calma que proporciona. É possível estacionar o carro na rua junto à estrada.

8. Nossa Senhora da Boa Estrela

Cruzámos a N338 com a N339 e de regresso a esta estrada que nos conduz à Torre, encontrámos à nossa esquerda o Covão do Boi que contempla a escultura em pedra da Nossa Senhora da Boa Estrela. Uma obra com 7metros de altura, criada em 1946, por um padre, de forma a homenagear esta santa protetora dos pastores. Poderá parar o carro para apreciar e até mesmo fazer um pequeno percurso pelas rochas até à estátua de pedra.

9. Torre da Serra da Estrela

Torre da Serra da Estrela

Já estávamos quase a chegar ao topo e, 2km depois, atingimos o ponto mais alto de Portugal continental, conhecido como a Torre.

No topo da imensa serra, a 1993metros de altitude encontramos um edifício em forma de torre com 7 metros (que alegadamente completa os 2000metros da Serra da Estrela).

Nesta ampla área é a vista que mais surpreende. Um miradouro panorâmico arrebatador (quase 360º) sobre grande parte do parque natural que inclui montanhas, vales, rochedos e cursos de água.

Além da Torre, existe o restaurante A Torre com snacks/sandes e comida regional e um pequeno “centro comercial” com variadíssimos produtos da região tais como: enchidos, o famoso queijo da serra, mel e artesanato. Não resistimos a trazer uma casinha serrana em miniatura e, claro, um bom queijo da serra e um chouriço. Nada melhor do que trazer estes sabores para casa.  

Centro Comercial da Torre – Fonte: RTP

Na parte de trás do restaurante e da Torre, encontra-se a Capela de Nossa Senhora do Ar que se apresentou vestida de branco e nos encantou. Após a minha visita recebi alguns feedback de pessoas que já tinha visitado a Torre e que não conheciam esta capela. Por isso, quando lá estiver caminhe um pouco e explore a área envolvente. É na parte de trás da Torre que a paisagem é ampla e magnífica.

Capela de Nossa Senhora do Ar

No inverno, é comum esta zona estar coberta de neve, motivo que leva muitos turistas à Torre. As famílias reúnem-se para atividades na neve: trenós (podem ser comprados no centro comercial ao lado), construção de bonecos de neve, “guerra de bolas de neve” e até o típico “sku”.

Nas restantes estações a paisagem é bastante diversificada e em dias ensolarados e de céu limpo há quem confirme que é possível ver o mar.

Junto à Torre, a 100metros, encontra-se o Teleférico da Serra da Estrela. Um projeto que tinha tudo para ser espetacular…caso funcionasse. O teleférico chegou a estar em funcionamento e ligava o final das pistas de Ski à torre, permitindo subir e descer pela encosta e com uma vista incrível. Neste momento, este projeto está parado já há alguns anos, mas há quem diga que voltará a funcionar. No nosso caso deu para uma foto.

10. Estância de Ski

Apenas a 2km da Torre, a grandiosa Estância de Ski da Serra da Estrela é o único sítio em Portugal onde é possível praticar ski. Para quem aprecia as emoções da neve, também poderá andar de trenó, praticar snowboard ou outras atividades relacionadas com neve. Há várias pistas e as recentes instalações da estância contemplam equipamentos modernos e infraestruturas de apoio adequadas.

Uma vez que existe uma pista de neve artificial, poderá ser aproveitada durante todo o ano. Além da entrada, poderá alugar equipamento e até realizar uma aula. O acesso às pistas é comprado exclusivamente online. Para consultar preços e horários, visite o site oficial.

Deixamos para trás o ponto mais alto e começamos a descer a serra, seguindo a estrada N339, desta vez em direção a Seia.

11. Lagoa Comprida

Pelo caminho, a Lagoa Comprida é paragem obrigatória e dista 10km da Torre. É a maior lagoa da Serra da Estrela e tem origem glaciar, cuja forma é fruto de fenómenos climatéricos e geológicos ao longo do tempo. Outro local que identifico bem das minhas visitas de infância e que, com os anos, aos meus olhos ficou mais bonito. Claro que o pôr-do-sol tornou a visita ainda mais especial.

Com uma barragem que pode ser percorrida, a sua principal finalidade é a produção de energia elétrica, mas também contempla uma zona que no Verão se torna uma praia fluvial.

12. Albufeira da Barragem do Covão do Curral

Continuando a descer, em 1 km encontrará à sua direita a Albufeira da Barragem do Covão do Curral. Já o sol se tinha escondido no horizonte e os seus tons quentes iluminavam a lagoa escondida pela neve. Não deu para esperar. Foi tempo de parar o carro e apreciar este momento em plena natureza. Um sítio tranquilo, bonito e sereno que será sempre uma boa recordação.

13. Sabugueiro

Continuando a descer a estrada N339, passámos pela aldeia intitulada como a mais alta de Portugal, o Sabugueiro.

No verão, merece uma paragem pela Praia Fluvial do Sabugueiro.

14. Seia

No caminho de regresso, o lanche foi em Seia, a última paragem desta viagem pelo Parque Natural da Serra da Estrela.

Para quem nunca visitou Seia, é imperdível entrar no mundo do pão através do Museu do Pão. Outra experiência muito gira que já tivemos foi ficar alojados numa quinta em Seia e aprender e integrar a produção do queijo desde a colheita do leite das ovelhas e cabras. Se tiver mais um dia para acrescentar à viagem aproveite para explorar Seia.

Gastronomia

Na região da Serra da Estrela a tradição também é feita dos sabores dos produtos típicos. A imagem de marca é o queijo da serra (cabra ou ovelha), mas também é conhecida pelos seus enchidos, o mel, as compotas, o azeite, a aguardente e o pão tradicional.

Um dos pratos típicos é o cabrito assado no forno, mas não é um cabrito qualquer, é o cabrito da serra!!! Como não sou fã de cabrito, este passo para o lado.

A alimentação não é barata e quanto mais se sobe na serra, diminui a oferta em restaurantes e aumenta o preço. Em Seia e Covilhã a oferta é maior e poderá conseguir preços mais acessíveis.

Como estávamos em confinamento, não tivemos grande experiências gastronómicas e fizemos a maior parte das refeições na Pousada da Juventude.

Reforço a dica sobre o restaurante da Torre que pode dar jeito e é único naquela zona, mesmo até para quem não quer gastar muito dinheiro com a alimentação pois também servem refeições rápidas.

Outra opção para quem quer poupar são os restaurantes do Centro Comercial da Covilhã e também há sempre o McDonald’s da Covilhã, claro =p


Entre paisagens fantásticas e sítios bonitos, foi uma bela e tranquila viagem de carro que nos proporcionou bons momentos neste país tão especial.

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